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| 1. Zimerman, Artur. "Desigualdade de terra e de renda como determinantes à violência agrária no Brasil" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <APPLICATION/PDF>. 2009-12-05 <http://www.allacademic.com/meta/p381641_index.html>Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript Review Method: Peer Reviewed Abstract: O paper investiga a violência agrária no Brasil no perÃodo da redemocratização (1985-) de maneira sistemática. Primeiramente, a distribuição de terra é analisada como determinante da violência agrária no paÃs, em conjunto com outras variáveis agrárias, como número de estabelecimentos rurais, tamanho, crédito, lucro, população e renda para unidades de agricultura dos tipos familiar e patronal. A conclusão é de que o estado brasileiro deve dar prioridade à s polÃticas de redistribuição de terra, porém, de maneira diferente da qual vem realizando nas últimas duas décadas.
Num segundo momento, analisamos a distribuição de renda e a desigualdade para o mesmo perÃodo e sua influência como determinante da violência agrária nos municÃpios brasileiros. No final, encontramos que os indicadores demográficos, educacionais e habitacionais, os quais são utilizados para mensurar a desigualdade, mostram-se relevantes como determinantes da violência originada por disputas de terra.
O tema é muito trabalhado no paÃs e no exterior, porém, a metodologia quantitativa quase não é utilizada, e é essa a maneira que abordamos o tema. |
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| 2. Lima, Thiago. "O desafio de ganhar e levar: um estudo sobre a reação dos EUA em contenciosos agrÃcolas na OMC" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <PDF>. 2009-12-05 <http://www.allacademic.com/meta/p381261_index.html>Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript Review Method: Peer Reviewed Abstract: O artigo analisa o comportamento dos EUA em contenciosos agrÃcolas na OMC. Argumenta-se que o SSC não torna inócuas as relações de poder, mas é capaz de levar os EUA, ator mais poderoso do sistema internacional, a modificar polÃticas contestadas. A modificação, porém, parece estar relacionada ao tipo de ação necessária, se executiva ou legislativa. Para chegar a essa conclusão foram estudados seis contenciosos agrÃcolas em que os EUA foram derrotados ou fizeram um acordo para evitar a derrota. Ao final, estratégias e expectativas em contenciosos contra os EUA são discutidos diante dos resultados da pesquisa. |
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| 3. Alkerman, Silvina. "Luchas conjuntas de Países Emergentes en torno a las Políticas Agrícolas en la OMC: Seguridad Alimentaria, Estrategias de Desarrollo y de Inserción Internacional" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <APPLICATION/PDF>. 2009-12-05 <http://www.allacademic.com/meta/p381262_index.html>Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript Review Method: Peer Reviewed Abstract: El presente trabajo se propone analizar el surgimiento de países emergentes como bloque de lucha conjunta en torno a las políticas agrícolas en el marco de la OMC, evidenciando un nuevo método de resistencia contra los mecanismos de integración -percibidos como subordinación y explotación- de los países desarrollados, y en pos de la protección de su propia seguridad alimentaria.
El estudio comienza brindando una aproximación a la cuestión agrícola, y prosigue con una perspectiva histórica que recorre la evolución del tema dentro de la OMC.
Más adelante presenta una descripción de las particularidades del G-20 como coalición, seguido de un análisis acerca del impacto en términos de políticas de cooperación, con especial énfasis en la conformación del Foro IBSA, la relación entre India y Brasil, y sus posturas frente las políticas proteccionistas de los Estados Unidos y la Unión Europea.
Asimismo, ofrece un breve panorama sobre la conformación de nuevos bloques de países emergentes en otros organismos multilaterales. Y finalmente, concluye con algunas evaluaciones y reflexiones acerca de los cambios y efectos que la actuación de estas coaliciones implica. |
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