Showing 1 through 5 of 35 records. | 2. Sanchez, Marta. "Para Español Oprima el Número 2: Transnationalism, Translation, and Spanish" Paper presented at the annual meeting of the American Studies Association Annual Meeting, Hyatt Regency, Albuquerque, New Mexico, <Not Available>. 2009-11-24 <http://www.allacademic.com/meta/p244915_index.html>Publication Type: Invited Paper Abstract: In December, NPR’s Morning Edition broadcast a story about two foreign films deemed unacceptable for consideration in the Best Foreign Language Film category for this year’s Academy Awards. One was an Israeli film, the other a French film. Israel’s choice for Oscar considerationwas The Band’s Visit, about an Egyptian band stranded in a small Israeli town; it was unacceptable because it used too much dialogue in English. The characters speak Hebrew and Arabic but when band members and town’s residents meet, they have one language in common--English. The French film, Diving Bell and the Butterfly, is about a magazine editor who becomes paralyzed; it is in French, with French actors, made with French money but disqualified by France since it had a “foreign” (American) director. The question is: what is a foreign language film? What does “foreign” mean in a global economy? If we rethink the meaning of “foreign,” do we not also have to rethink the meaning of “native,” as in native land, culture, or language?
I want to explore the above question in regard to Spanish translations of U.S. Latino/a literature written in English and published, generally, in the United States. Are these translations foreign texts? Native texts? Most of U.S. Latino/a literature, especially narrative, in the contemporary period, is written in English, but since the 1990s, U.S. presses have commissioned the translation of Latino literature into Spanish. I call this translation “transnational”--major presses of one country commissioning the translation of their own national literature into the language of a foreign country(ies). It would seem that this kind of translation supports the argument that the relationship between terrioriality and language is shifting. Have languages outgrown the traditional structures of “nation” and “national culture” that emerged in the era of Euro-American modernity? In a national language tradition, the national literature is the native, familiar one; all others are deemed “foreign” to it. Literary products produced inside a nation’s borders ordinarily make up the national literature, part of the national patrimony, presumably united by common themes, values, one language and culture. But the kind of translation I want to talk about seems to quarrel with the sovereign borders of nation.
Translation brings over the “foreign” text in the source language to the norms of the target language, culture, and reader. Although pre-nationalist, translation comes into its own as a result of the rise of nation-states when communication across international borders becomes indispensable. But the unusual feature of “transnational translation” is that it is simultaneously internal and external, national and transnational. It is occurring at the historical juncture of the rise of nativists efforts--Operation Gatekeeper and English-only state initiations--demanding a “one language-one nation” ideology on the one hand, and NAFTA and the 2000, 2003 Census Bureau data on the growth of the U.S. Latino population on the other. |
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| | Pages: 26 pages | || | Words: 8903 words | || | |
| 3. Couto, Leandro. "Multilateralismo regional sul-americano: as diferentes estratégias da polÃtica externa brasileira para a América do Sul de Cardoso a Lula" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <PDF>. 2009-11-24 <http://www.allacademic.com/meta/p381348_index.html>Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript Review Method: Peer Reviewed Abstract: Desde a primeira metade da década de 1990, o Brasil redefine seu horizonte regional, e a “sul-americanidade†passa a compor sua identidade internacional. A integração regional de escopo sul-americano ganha intensidade a partir de 2000, com a Primeira Reunião dos Presidentes da América do Sul. O processo ganha cunho institucional em 2004 com a criação da Comunidade Sul-americana de Nações – CASA, que culmina com a institucionalização da União Sul-americana de Nações – Unasul, em 2008.
No marco dessa continuidade na construção de um projeto sul-americano de integração, há inflexões importantes entre o governo Cardoso e o governo Lula ao longo da afirmação da atual polÃtica externa brasileira para a América do Sul. Esse artigo propõe-se a lançar algumas luzes sobre essas inflexões, observando as estratégias de implementação das iniciativas que traduzem a prioridade da diplomacia brasileira com relação ao seu entorno regional.
Nesse contexto, investiga a estratégia brasileira de atuação no campo multilateral regional, destacando que a própria acepção de que uma estratégia de institucionalização do multilateralismo na região deve ser encarada como uma opção estratégica que impõe um marco de diferenciação relevante entre o Governo Lula e o Governo FHC no que concerne às suas relações regionais. A Unasul é vista como parte de um projeto brasileiro para a integração regional.
Ainda, busca-se analisar a agenda em destaque na principal arena multilateral da América do Sul frente aos principais temas presentes nas relações bilaterais do Brasil com seus principais vizinhos na região. Nesse ponto, apresenta-se o arranjo multilateral como arena central, desde uma perspectiva brasileira, nas relações regionais da América do Sul, cabendo à s agendas bilaterais aprofundamentos, detalhamentos e o enfrentamento de contenciosos especÃficos que podem afetar a dinâmica integracionista face aos desequilÃbrios regionais, mas que não mais guardam exclusividade no tratamento das questões mais prementes da agenda sul-americana. |
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| | Pages: 26 pages | || | Words: 9839 words | || | |
| 4. Margarido Moreira, Helena. "A cooperação internacional para as mudanças climáticas: Brasil, India e China" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <APPLICATION/PDF>. 2009-11-24 <http://www.allacademic.com/meta/p381234_index.html>Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript Review Method: Peer Reviewed Abstract: Este trabalho pretende avançar modestamente a pesquisa de mestrado desenvolvida pela autora, sobre a atuação do Brasil no regime internacional de mudanças climáticas, focando sua posição nas negociações do Protocolo de Kyoto de 1995 a 2004, especialmente com relação a dois pontos: (i) o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que é o único mecanismo do Protocolo que permite a participação de países em desenvolvimento; (ii) as discussões sobre a obrigatoriedade de países emergentes assumirem compromissos futuros de redução das emissões de gases de efeito estufa (dado o aumento contínuo de tais emissões pelo crescente e cada vez mais intenso uso de combustíveis fósseis para a produção de energia). Esse avanço pretende abarcar brevemente exemplos de como mais outros dois países considerados “emergentes”, Índia e China vêm atuando também em tais negociações. No entanto, como se trata do início de uma futura pesquisa, essa análise ainda não envolve uma metodologia específica de estudo comparado, considerando apenas de maneira geral os argumentos utilizados por tais países. Brasil, Índia e China são os três países chamados emergentes que mais emitem gases de efeito estufa na atmosfera (a China, inclusive, ultrapassou recentemente a quantidade de emissões de gases de efeito estufa emitida pelos EUA, atual segundo maior emissor do mundo), mas que não possuem, de acordo com a Convenção do Clima, nenhum compromisso obrigatório para a redução de tais emissões. Portanto, o objetivo deste trabalho é analisar de que forma esses países emergentes vêm atuando no regime internacional de mudanças climáticas, exemplificando com os argumentos utilizados para defender suas posições quanto aos compromissos de redução de emissões de GEE e o MDL, mostrando que esses países exercem um importante papel nas negociações e na formação do regime internacional de mudanças climáticas.
Para atingir tais objetivos, a metodologia utilizada foi a análise dos acordos e decisões referentes às reuniões realizadas no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (Convenção do Clima), breve levantamento das políticas brasileira, indiana e chinesa a respeito da mudança do clima, e de suas atuações em tais conferências internacionais por meio de pesquisa bibliográfica, artigos de revistas internacionais especializadas na área, artigos e reportagens. |
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| | Pages: 15 pages | || | Words: 6464 words | || | |
| 5. Lage, Victor. "A meta-teoria em Relações Internacionais e seu impacto para a compreensão dos conflitos internacionais contemporâneos" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <PDF>. 2009-11-24 <http://www.allacademic.com/meta/p381007_index.html>Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript Review Method: Peer Reviewed Abstract: O fim da Guerra Fria e os desafios filosóficos à modernidade difundidos pelas mais diferentes áreas do conhecimento são dois fatores centrais para compreender a ascensão da meta-teoria nas Relações Internacionais. Para além de uma reconstrução dos axiomas do campo e de uma proliferação dos debates acadêmicos, o movimento crÃtico, intensificado nos anos 90, representa um espaço de diálogo construtivo entre inúmeras perspectivas, de diversas regiões. Em decorrência disso, um sem-número de problemáticas emerge visando compreender de maneira adequada a complexidade dos temas da dinâmica social, como os conflitos internacionais, sem que os imperativos de parcimônia teórica obstaculizem os estudos; três delas são salientes: a relação agente-estrutura, a problemática das identidades e, por fim, da mudança social. Nesse panorama de múltiplo questionamento, são protuberantes os calamitosos sintomas dos desacertos na sociedade polÃtica internacional e, em concomitância, os desafios aos fundamentos meta-teóricos convencionais do campo; em outras palavras, surge a necessidade de revisão do arcabouço analÃtico tradicional e, como conseqüência, da relação entre teoria e prática. Se é verdade que as promessas de paz e prosperidade internacionais se frustraram, é verdade, também, que a sociedade internacional não pode ser vista como um sistema de repetição e recorrência da guerra e dos conflitos, caso contrário o futuro será nada mais do que a perpetuação de um passado inexorável, considerado sombrio e conflitivo. Se, de um lado, a concepção de recorrência e repetição deve ser reformulada e, de outro, o mesmo deve ser operado no que tange à s expectativas idealistas de paz e cooperação, urge-se que as teorias dominantes nas Relações Internacionais sejam re-acessadas em suas suposições mais fundamentais. É nesse cenário que a meta-teoria reflete seu maior potencial profÃcuo e é à compreensão deste que esta proposta se lança, com atenção pontual voltada ao exemplo dos conflitos internacionais contemporâneos. |
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