Showing 1 through 5 of 50 records. | 1. Vecchione, Marcela. "A Política da Indigeneidade ou Estórias sobre se tornar político em se sendo indígena" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 <Not Available>. 2009-12-04 <http://www.allacademic.com/meta/p380971_index.html>Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript Abstract: A proposta dessa apresentação é debater a experiência compartilhada de ser indígena, a chamada indigeneidade, por meio da recuperação de diferentes narrativas sobre este conceito em circunstancias e lugares distintos.
Estas estórias não estão exclusivamente ligadas aos tempos coloniais. Estão também conectadas a como estes povos se organizam enquanto comunidade e a sua relação com os colonizadores que ocuparam suas terras outrora e, por que não, nos dias de hoje. Tais estórias ainda se relacionam à instituição política base dos colonizadores, qual seja, o Estado, que veio a mapear desde seu inicio o quanto e como os Indígenas seriam ou não incluídos em novos projetos políticos globais, como a escravidão, a acumulação de propriedade e mesmo a guerra.
Ao recuperar algumas estórias e historias sobre o cotidiano de Povos Indígenas na Amazônia, este trabalho pretende discutir a importância da memória sobre atos políticos e política enquanto conceitos para estas pessoas.
Para tanto, o trabalho ira se focar da mudança do ser indígena pré-concebido como nativo na fronteira entre o Brasil e os países andinos para o seu entendimento como sujeito que esta sempre e continuamente se tornado político (Exina, 2003; Soguk, 1999), em sua própria comunidade, em um ambiente domestico de constante transformação, em uma região de intensa fricção entre o local e o global e em fronteiras que demarcam algumas características da política regional sul-americana. |
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| 2. Pignatta, Mara Eva. "El cambio político en América Latina y la política exterior de Estados Unidos" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 <Not Available>. 2009-12-04 <http://www.allacademic.com/meta/p381471_index.html>Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript Abstract: En América Latina, en el contexto de un nuevo clima de época alejado del “consenso de Washington”, las menciones al populismo y el giro a la izquierda como característica distintiva de ciertos gobiernos latinoamericanos han estado presente tanto en discursos de funcionarios estadounidenses que refieren a la región, como en los análisis sobre los vínculos de Estados Unidos y América Latina en esta última etapa de la administración de George W. Bush.
En este marco, surge el interrogante acerca del sentido e implicancias que estas referencias tienen en las relaciones de Estados Unidos con América Latina. Consecuentemente nos proponemos el abordaje de este interrogante considerando la política exterior de EE.UU. y el nuevo clima de época en la región como marco contextual que contribuye a la comprensión de la evolución reciente de los vínculos de América Latina con Estados Unidos.
En este recorrido, en primer lugar describimos el lugar que ha ocupado América Latina en la política exterior de EE.UU. durante la administración Bush, considerando sus ejes y los principales temas de agenda. En segundo lugar, exponemos algunas de las lecturas sobre el mapa político latinoamericano y, en ese marco, nos referimos a la mirada norteamericana sobre el giro político por el que ha transitado la región. Por último, se presentan algunas reflexiones sobre los cambios regionales coincidentes temporalmente con la administración Bush y la implementación de una política exterior por parte de EE.UU. que ha contribuido a la configuración de un contexto regional con altos niveles de anti-norteamericanismo teniendo presente las perspectivas de cara a la nueva administración de Barack Obama. |
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| 3. do Nascimento, Thiago Jos., Silva, Mikaely. and Frana, Rayssa. "Chile´s Economy and It's Importance for ECLAC International Economic Integration - As Idias Cepalinas e a sua Influncia na Poltica Externa Chilena" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <APPLICATION/OCTET-STREAM>. 2009-12-04 <http://www.allacademic.com/meta/p380826_index.html>Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript Review Method: Peer Reviewed Abstract: Chile has low inflationary levels and conditions to face turbulence in the dollar, like the United State´s mortgage crisis, that few Latin American countries have, it is one of two major exporters of transport services, business services and presents significant sales of software. These statistics shows Chile as an important propeller of the Economic Commission for Latin America and the Caribbean (ECLAC) and for international relations, given that the scenario in South America, where the states are often driven by external fluctuations usually unfavoring their economies, Chile has the ability to resist them and establish positions for both him and Latin America. The objective of this paper therefore is to analise the economy, its integration into ECLAC, explain how it intends to establish its external policies, preserving the balance between low inflation and competitiveness and increasing its presence of the ECLAC international political economy.
O Chile tem baixos níveis inflacionários e possui condições para enfrentar turbulências do dólar, como a crise hipotecária estadunidense, que nem poucos países da América Latina, é um de dois importantes exportadores de serviços de transporte, além de serviços empresariais e apreciáveis vendas de software. Esses índices levam-no a ser um importante propulsor da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e para as relações internacionais, uma vez que no cenário sul-americano, onde muitas vezes os Estados são guiados por flutuações externas, normalmente desfavorecendo as suas economias, o Chile tem a capacidade de resistí-las e estabelecer posições a favor tanto dele como da América Latina. Pretendemos, pois, analisar essa economia e sua inserção na CEPAL, cuja cede fica no citado país e expor como ele pretende estabelecer as suas políticas externas e preservar o balanço entre os baixos níveis inflacionários e a competitividade, para aumentar a sua e a presença do CEPAL na economia política internacional. |
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| 4. Couto, Leandro. "Multilateralismo regional sul-americano: as diferentes estratégias da política externa brasileira para a América do Sul de Cardoso a Lula" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <PDF>. 2009-12-04 <http://www.allacademic.com/meta/p381348_index.html>Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript Review Method: Peer Reviewed Abstract: Desde a primeira metade da década de 1990, o Brasil redefine seu horizonte regional, e a “sul-americanidade” passa a compor sua identidade internacional. A integração regional de escopo sul-americano ganha intensidade a partir de 2000, com a Primeira Reunião dos Presidentes da América do Sul. O processo ganha cunho institucional em 2004 com a criação da Comunidade Sul-americana de Nações – CASA, que culmina com a institucionalização da União Sul-americana de Nações – Unasul, em 2008.
No marco dessa continuidade na construção de um projeto sul-americano de integração, há inflexões importantes entre o governo Cardoso e o governo Lula ao longo da afirmação da atual política externa brasileira para a América do Sul. Esse artigo propõe-se a lançar algumas luzes sobre essas inflexões, observando as estratégias de implementação das iniciativas que traduzem a prioridade da diplomacia brasileira com relação ao seu entorno regional.
Nesse contexto, investiga a estratégia brasileira de atuação no campo multilateral regional, destacando que a própria acepção de que uma estratégia de institucionalização do multilateralismo na região deve ser encarada como uma opção estratégica que impõe um marco de diferenciação relevante entre o Governo Lula e o Governo FHC no que concerne às suas relações regionais. A Unasul é vista como parte de um projeto brasileiro para a integração regional.
Ainda, busca-se analisar a agenda em destaque na principal arena multilateral da América do Sul frente aos principais temas presentes nas relações bilaterais do Brasil com seus principais vizinhos na região. Nesse ponto, apresenta-se o arranjo multilateral como arena central, desde uma perspectiva brasileira, nas relações regionais da América do Sul, cabendo às agendas bilaterais aprofundamentos, detalhamentos e o enfrentamento de contenciosos específicos que podem afetar a dinâmica integracionista face aos desequilíbrios regionais, mas que não mais guardam exclusividade no tratamento das questões mais prementes da agenda sul-americana. |
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| 5. Ayres, Danielle. and Mezzaroba, Orides. "Resolução de conflitos internacionais: o caso da Noruega como novo ator político" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <PDF>. 2009-12-04 <http://www.allacademic.com/meta/p381029_index.html>Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript Review Method: Peer Reviewed Abstract: Diante do cenário conflituoso do pós guerra-fria e suas tentativas de resolução, observou-se o interesse em diminuir o papel do Estado e promover um aumento da ação dos organismos multilaterais, no entanto este processo demonstrou sérias debilidades. Diante disto, surgiu a necessidade de uma remodelação na construção dos processos de paz, incentivando a que os Estados tenham maiores responsabilidades nesta questão, e que ao mesmo tempo, trabalhem para reforçar a capacidade dos organismos multilaterais, promovendo maior interação entre os dois atores e aumentando a eficácia na resolução de conflitos. Pretende-se com o presente texto debater as questões da paz e da segurança internacionais, trazendo como foco principal a atuação da Noruega como mediador de conflitos. O intuito é introduzir o conceito de um novo papel político do Estado no cenário da resolução de conflitos e salientar os moldes como essa mediação é praticada pela Noruega. Lançamos um olhar sobre um novo paradigma de atuação do Estado, que constrói, na sua própria legislação nacional, mecanismos que o fortaleçam como um ator relevante nos processos de paz, assegurando que prevaleça sobre si uma aura de confiança e concretude na resolução de conflitos. Em conjunto com sua ação internacional, o texto também vai abordar quais os interesses nacionais da Noruega na resolução de conflitos, fugindo da mera análise do interesses diretos no cenário conflituoso, e analisando a perspectiva de ganho político global, onde o Estado norueguês irá proporcionar a si uma maior participação nos processos decisórios junto das grandes potências mundiais. |
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